terça-feira, 14 de abril de 2026
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Es Devlin: A Arquiteta de Sonhos Monumentais de Beyoncé, Gaga e U2 Revela Seus Segredos

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A Mágica por Trás dos Palcos Gigantescos: Conheça Es Devlin, a Visionária dos Maiores Artistas do Mundo

A arte de Es Devlin transcende a simples criação de cenários. Ela constrói universos, molda experiências e transforma espaços em palcos de emoção para artistas como Beyoncé, Lady Gaga e U2. Sua habilidade única de mesclar tecnologia, arquitetura e uma profunda compreensão da emoção humana resulta em produções que ficam gravadas na memória do público.

Das estruturas cênicas que rodearam Beyoncé em suas turnês mundiais aos palcos interativos de artistas como U2, Devlin tem sido a força criativa por trás de momentos icônicos da música. Sua mais recente exposição em São Paulo convida o público a mergulhar em seu universo de instalações imersivas, explorando a relação entre o indivíduo e a arte em grande escala.

Em entrevista exclusiva ao g1, a aclamada artista britânica detalha o processo criativo por trás de suas obras monumentais e a filosofia que a guia. Ela revela como consegue manter a conexão íntima com o público, mesmo diante de audiências de dezenas de milhares de pessoas, e a busca incessante pelo que é fisicamente possível, mas ainda inexplorado. Conforme informação divulgada pelo g1, Es Devlin é a mente por trás de cenários que marcaram a história da música pop.

Da Intimidade à Escala Monumental: A Filosofia de Es Devlin

Es Devlin se descreve como uma artista que busca manter a intimidade na escala monumental. Em suas palavras, ela tenta capturar a essência de um momento de vida transformado em música, conectando-se com o público de forma profunda. “Eu só tento manter essa intimidade na escala monumental”, afirma Devlin ao g1, destacando que o foco não é a imagem na câmera, mas sim a sensação do espectador.

Essa abordagem se estende para além dos shows. Devlin já criou para desfiles de moda, peças de teatro e até cerimônias olímpicas. No entanto, ela tem se dedicado mais ao seu trabalho autoral, como a exposição “Sou o Outro do Outro”, que explora a interação e a participação do público através de espelhos, sons e imagens.

O Limite do Possível: Engenharia, Arte e Tecnologia em Harmonia

O trabalho de Es Devlin é um complexo entrelaçamento de ideias inovadoras, engenharia, arquitetura e tecnologia. Ela descreve seu processo como uma constante exploração dos limites do que é fisicamente realizável. “Trabalhamos no limite do possível. Existe o impossível, que não podemos fazer porque estamos criando coisas físicas. E existe o possível, que não queremos fazer porque já foi feito. Então, trabalhamos no limite do que é fisicamente possível”, explica ao g1.

Essa busca incessante a leva a criar estruturas que desafiam a gravidade e a percepção, sempre com o objetivo de provocar uma resposta emocional no público. Seja no palco de Beyoncé ou em uma instalação de museu, a intenção é sempre a mesma: criar uma experiência memorável e significativa.

Audiências e Celulares: A Evolução da Experiência do Show

Devlin reflete sobre o impacto da tecnologia, como os celulares, na experiência dos shows. Ela observa como o aparelho se tornou uma extensão do público, levantando questões sobre o propósito de registrar cada momento. “Com o celular, parece que o aparelho é o público e o braço é apenas um periférico”, comenta, ponderando sobre a busca por significado ao gravar eventos.

Apesar dessas reflexões, a artista mantém seu foco principal: comunicar a verdade e a intimidade em grande escala. Seja através de um livro que a marcou, uma experiência pessoal ou a música de um artista, Devlin busca traduzir emoções em formas esculturais que ressoem com cada indivíduo na multidão.

O Processo Criativo: Encontrando Pontos de Conexão

O processo criativo de Es Devlin começa com um convite, seja de um artista, uma marca ou uma instituição. A partir daí, ela busca um “terreno comum”, linhas de investigação que se sobrepõem com a sua própria experiência e a do contexto em que está trabalhando. “Procuro o lugar onde a minha pequena vida se sobrepõe à vida do Brasil, de São Paulo, do Matarazzo”, exemplifica ao g1.

Esse método de encontrar pontos de conexão é aplicado em todos os seus projetos, desde a turnê de Lady Gaga para o Coachella, que exigiu uma criação em tempo recorde de apenas dois meses, até projetos de longa duração como “Tristan & Isolde” na Met Opera, que demandaram quatro anos de trabalho. A artista acredita que, ao continuar buscando, sempre se encontra esse ponto de conexão, pois “somos todos feitos da mesma matéria”.

Fonte consultada: https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2026/04/01/beyonce-gaga-u2-como-es-devlin-cria-cenarios-monumentais-para-os-maiores-artistas-do-mundo.ghtml.

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