terça-feira, 14 de abril de 2026
PublicidadeGoogle AdSenseLeaderboard 728×90

Giovanna Chaves: ‘O Velho Fusca’ revive sentimentos do primeiro amor

PublicidadeGoogle AdSenseIn-Article Ad

Giovanna Chaves encontra no cinema a emoção do primeiro amor

A atriz Giovanna Chaves, conhecida por seu trabalho em novelas infantojuvenis, está em evidência nos cinemas com sua participação no filme “O Velho Fusca”. Aos 24 anos, ela interpreta Laila, uma personagem que, segundo a própria atriz, a fez revisitar as sensações do primeiro amor.

Em “O Velho Fusca”, Giovanna dá vida a Laila, uma jovem que inicialmente se apresenta sob um estereótipo clássico de comédias românticas: a garota bonita e de difícil acesso. No entanto, a narrativa do filme explora o desenvolvimento da personagem, que busca transcender essa imagem superficial.

“A vida inteira ela escuta que é ‘a menina bonita’, é chamada de princesa, colocada nesse lugar de fragilidade. Ao longo do filme, tenta mostrar que é mais do que isso, e que ser sensível não é um problema”, explicou Giovanna Chaves sobre os desafios de Laila.

Um Fusca como catalisador de reencontros e descobertas

O filme, dirigido por Emiliano Ruschel, ambientado no Rio de Janeiro, tem como ponto central um velho Fusca abandonado na garagem do avô de Júnior, personagem interpretado por Caio Manhente. O carro se torna um elemento de conexão e transformação para a família, marcada por conflitos do passado.

A trama familiar envolve os pais de Júnior, interpretados por Cléio Pires e Danton Mello, e o avô, vivido por Tonico Pereira, que representa uma geração mais dura e resistente, em contraste com a juventude e a sensibilidade do neto.

É nesse cenário de reconstrução familiar e busca por identidade que Laila e Júnior se aproximam. A relação entre os dois personagens se desenvolve gradualmente, pautada por descobertas mútuas e afinidades inesperadas.

A pureza do sentimento juvenil em foco

Giovanna Chaves ressalta que a conexão entre Laila e Júnior no filme reflete a essência do primeiro amor. “O filme fala desse sentimento mais puro, sem maldade. Às vezes, tudo começa em uma conversa simples”, afirma a atriz.

A identificação com a personagem foi imediata. “Eu me vejo nela nesse jeito de me abrir aos poucos. Essa conexão com o Júnior me lembrou muito meu primeiro amor, algo que vai sendo construído com o tempo. É delicado, bonito”, confessou Giovanna.

A parceria com Caio Manhente foi fundamental para a naturalidade das cenas. Sem se conhecerem previamente, os atores acabaram espelhando na tela o processo de aproximação de seus personagens. “A gente não se conhecia, e isso acabou ajudando. Em cena, também estávamos nos descobrindo, quebrando o gelo. No final, viramos amigos”, relatou.

Desafios e aprendizados nos bastidores

Além da performance afetiva, Giovanna Chaves enfrentou desafios físicos durante as gravações de “O Velho Fusca”. A atriz passou por aulas de defesa pessoal e luta para compor cenas específicas da trama.

“Tive aulas de defesa pessoal e luta, e confesso que não tenho muita habilidade com esportes. O desafio foi aprender e fazer isso funcionar em cena. No fim, acabei gostando tanto que levei o boxe para a minha vida”, contou a atriz.

Com um currículo marcado por produções voltadas ao público jovem, Giovanna avalia que “O Velho Fusca” expande seu alcance. “É um filme popular no melhor sentido. Dá para assistir com a família inteira, com a avó, com a mãe, com amigos. Todo mundo se reconhece em algum momento”, concluiu.

Um convite à reflexão sobre afetos e autodescoberta

“O Velho Fusca” se propõe a ser mais do que uma simples comédia romântica. O filme utiliza a metáfora do carro antigo para explorar temas universais como a reconstrução de laços familiares, a superação de traumas do passado e a jornada de autodescoberta, especialmente na transição da adolescência para a vida adulta.

A forma como Laila e Júnior se conectam, em meio a suas próprias inseguranças e anseios, convida o espectador a refletir sobre a natureza dos relacionamentos e a importância de se permitir ser vulnerável. A sensibilidade destacada por Giovanna Chaves em sua personagem ressoa com a ideia de que a força reside também na capacidade de sentir e expressar emoções.

O filme, portanto, oferece um panorama sobre como as experiências juvenis, mesmo as mais singelas como um primeiro amor, moldam quem nos tornamos. A obra sugere que, assim como um velho fusca pode ser restaurado para ganhar nova vida, as pessoas também podem se reinventar e encontrar novas direções através de conexões genuínas e do enfrentamento de seus próprios desafios.

PublicidadeGoogle AdSenseAfter Post Ad
portal_noticiais_website

Matérias Relacionadas

PublicidadeGoogle AdSenseLeaderboard 728×90